sábado, janeiro 27, 2007

vá para FORA



Com tanto sol até apetece acampar. O frio é que não torna a coisa nada convidativa.
Em todo o caso aqui fica uma fotografia do novo Parque de Campismo de Coimbra!

(...)

Ops!!!
(Só agora é que reparei no muro! Ora bolas, nunca tive jeitinho nenhum para isto de fotografias.
Mas que raio é que havia de aparecer agora aqui o muro... )

Bom, em todo o caso, não sou eu que digo isto, Senhor Primeiro-Ministro. É o muro!

É bom deixar isto bem claro não se vá dar o caso de me entrar a polícia pela casa dentro e obrigar-me a prestar declarações.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Ainda a criança de TN

Ainda relativamente ao caso da criança de Torres Novas há uma coisa que eu não entendo. Se o Tribunal e as restantes autoridades do País concluíram que a criança está sequestrada (afinal o Pai está preso por sequestro, não é) presume-se que estão a fazer tudo por tudo para a encontrarem e libertarem. É, não é?
Imagino mesmo que os guardas prisionais – a mando do Tribunal, evidentemente – estejam a interrogar o Sargento pelos menos duas a três vezes por dia.

- Diz lá, pá! Diz lá e depressa qu’eu já estou a perder a paciência. Onde é que tens a miúda? Queres apanhar mais um estalo, queres? – diz o guarda para o prisioneiro.

Sim, porque se há uma criança sequestrada, a Polícia Judiciária – a mando do Tribunal, evidentemente –já deve estar em campo com todos os seus efectivos para a tentar salvar. É assim, não é?
Pois, porque se não é assim, alguma coisa está mal. Ou o Tribunal sabe perfeitamente que não há nenhum sequestro, ou então não quer saber da criança para nada.

Pois eu tenho para mim que são as duas coisas ao mesmo tempo: o Tribunal sabe que não há sequestro nenhum e está-se nas tintas para a vida desta criança. A Pena aplicada decorre apenas de o Tribunal se ter sentido insultado pelo facto de alguém ter ousado desafiar a sua autoridade.

sábado, janeiro 20, 2007

Finibanco?

O Estádio Cidade de Coimbra vai mudar de nome. Durante os próximos 5 anos vai passar a chamar-se Estádio "Finibanco"...





Pois!
Bem, nem imagino qual o nome que vai adoptar depois destes cinco anos...
A julgar pela qualidade dos frangos que por ali andam não será de estranhar que seja Estádio “Churrasqueira do Bairro” !

- Oh Estádio, ao que isto chegou!

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Tribunais...

Habitualmente, os tribunais portugueses não decidem. Quando decidem, decidem tarde. Muito tarde!
Pior, porém, é que quando decidem, ainda que tarde, decidem normalmente mal. Muito mal.
Interpretam mal as normas subjacentes ao caso (vejam-se as habituais discrepâncias entre decisões/tribunais relativamente a casos análogos) e, acima de tudo, interpretam mal a realidade que os rodeia.

A recente decisão do Tribunal de Torres Novas que mandou entregar ao pai biológico uma criança de quatro anos criada por pais adoptivos é mais um excelente exemplo do escarro interpretativo de que é composto o nosso sistema judicial. Indiferente a todos os caso semelhantes com final infeliz que a Comunicação Social tem vindo a denunciar à posteriori, este Tribunal insistiu em manifestar desprezo pela vida desta criança.

Felizmente que um grupo de jurista com bom senso não se conformou perante esta barbaridade e resolveu intervir.
Da minha parte, aqui vai toda a solidariedade para os pais adoptivos desejando que, pelo menos desta vez, esta história possa acabar bem.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Blogspot

Na verdade, tenho andado particularmente desmotivado no que toca à blogomania. Mas, nem de propósito, o Blogspot tem-se encarregado de arrasar por completo qualquer tentativa por mim encetada para contrariar esta falta de motivação. É que durante não-sei-quanto tempo não me deixou publicar o que quer que fosse. Pior: não me deixou comentar (nem como anónimo) os blogs vizinhos.
Hoje lá consegui.
Aparentemente tem a ver com a implementação do sistema Beta (o que quer que isso seja). Por aqui, nem com Betadine a coisa lá vai.
Espera-se que a partir de agora (no Beta) a coisa melhore.
Vamos lá ver.

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Os privilégios dos jornalistas

O jornalista Pedro Coelho vem dar voz à indignação que atravessa o meio jornalístico por causa das recentes medidas que atingem a classe.
Para tanto, num artigo de opinião, relata um conjunto de casos concretos para demonstrar que o desempenho desta actividade acarreta determinadas adversidades que fazem com que a profissão não possa ser comparada com os restantes e normais ofícios dos portugueses.
Devo dizer que, na globalidade, concordo com os argumentos e, portanto, com o artigo.
Não posso, no entanto, deixar de acentuar uma certa ironia que está implícita a tudo isto. Vejamos:
Nestes últimos dois anos os nossos governantes tem sido pródigos a anunciar medidas que, dizem, visam acabar com os privilégios de determinadas profissões: médicos, juízes, advogados, professores...
Para que obtenham o estratégico apoio popular tratam de comparar os ditos privilégios com outras profissões visando, assim, o nivelamento, por baixo, das condições de vida dos portugueses.
Obviamente que para isso – e porque muitos dos fundamentos apresentados não são mais do que um conjunto de argumentos demagógicos e medíocres – contam com uma Comunicação Social colaborante. É, por um lado, a chuva de elogios imediatamente derramados pelo exército de Fazedores de Opinião. Mas é, também, a actuação de muitos jornalistas que preferem deixar-se convencer comodamente pelas explicações oficiais, não demonstrando grande interesse nem motivação para apresentar uma informação objectiva, abrangente e bem fundamentada.

Ora, à semelhança dos jornalistas, também outras profissões têm determinadas especificidades que devem ser compensadas com algumas regalias concretas. Por exemplo, as elevadas responsabilidades inerentes ao desempenho de médicos, juízes, etc são, em regra, compensadas com um certo conforto remuneratório e um conjunto de regalias específicas.
O desgaste físico e psicológico, as situações de agressividade física e verbal, as ofensas de alunos e (muitas vezes) pais com que os professores são confrontados sistematicamente são contrabalançados com uma relativa flexibilidade de horário e condições de reforma particulares (eram!).

Por isso, também, às condições de stress, perigo físico, etc. a que alguns jornalistas são expostos na sua actividade, deve corresponder um estatuto próprio com condições específicas e adequadas.

Em suma, tal como os jornalistas, há sectores que comportam determinadas especificidades e contrariedades as quais devem, ou deveriam, justificar um tratamento específico.
Ora bem, até agora a imprensa tem correspondido à vontade governativa de "iluminar" os privilégios dessas profissões deixando no escuro as suas adversidades. Pedro Coelho optou por "iluminar" as adversidades, deixando no escuro as suas vantagens.
Compreende-se!

No entanto, apetece citar a frase-feita utilizada por muitos comentadores: "todos concordam com as medidas de contenção desde que estas não os atinjam a si".

Não sou eu que digo – repito – é a comunicação social.

Posso?

Hoje é feriado.
Por isso, apetece-me passear com a família na baixa da cidade.
Porém, também eu estou descontent com o rumo político que o país está a levar.
Por isso pergunto: a quem devo eu pedir autorização para efectuar o dito passeio?
Ao Governador Civil?
Ao Presidente da Câmara?
À Ministra da Educação?
Ao Chefe do Estado maior das Forças Armadas?

sábado, dezembro 02, 2006

E que penas

Também eu, por volta dos meus dez anos, tive um animal de estimação.
Não era cão nem gato como a generalidade dos miúdos. Muito menos um peixe que é coisa de rico.

Nessa altura vivia numa verdadeira quinta rural no meio de uma aldeia rural. Por isso, o meu animal só podia ser, também ele, rural!
Um pato!
Nem mais nem menos, um pato.
Branco.
Nem tinha nome. Era só Pato, como o Octávio.
(às vezes marreco, de alcunha!)
Era uma animal generoso, para Pato!
Fazia de cada dia uma festa. Sempre bem disposto. Brindava-me todas as manhãs com um leve mordiscar de pernas numa brincadeira de morde-e-foge. Só não se deixava agarrar como que querendo manter sempre a sua liberdade.
Ia-me esperar todas as tardes mais ou menos a meio do caminho quando eu chegava da escola. A carreira (nome que se dava ao autocarro escolar, também conhecido por camioneta tal era o desconforto) deixava-nos, a mim e à restante canalhada da minha idade, junto à loja da Sr.ª Berta. O resto do caminho até casa era a pé. Pois bem, antes de fazermos a última subida da calçada, lá vinha o animal muito maluco de asas abertas e uma nuvem de pó atrás como os cowboys do filmes americanos.
Depois dos cumprimentos iniciais, através das tais mordiscadelas, acompanhava-nos ao nosso lado procurando integrar os seus quá-quás no contexto da nossa conversa... como se fizesse questão de participar e dar a sua opinião.
Era um bicho versátil. Fazia um pouco de tudo... embora mal feito. Explico melhor: sabia caminhar nadar e voar, proeza que não é para todos. No entanto, qualquer uma destas três dimensões eram praticadas sem grande eficiência nem elegância. Às vezes parecia um daqueles brinquedos made in China, um bocado desarticulados mal construídos. Mas era o meu Pato!
Uma dia – sei que era Sábado, como hoje – acordei e lá estava o Pato, junto ao tanque da quinta. Parecia que me estava a sorrir como que a dar os bons dias... mas, reparei que lhe faltava qualquer coisa. Para ser mais exacto, faltava-lhe o corpo. Só ali estava a cabeça.
Demorei um pouco até que percebi que nesse dia havia arroz de pato para o almoço.

Isto passou-se tinha eu os meus dez anitos!
Ainda hoje não como arroz de pato.
Ainda hoje não me consigo afeiçoar a animais.
Ainda hoje não percebo porque é que me mataram o Pato!

FDS

Bom fim-de-semana!

sexta-feira, novembro 17, 2006

Mínimas

Prefira genéricos. Compre as suas Lacostes na Feira de Carcavelos.


Era um Partido tão pequeno que não tinha militantes... tinha mil e tantos.


- Eva, há outro homem não há?
- Por enquanto, não!


dos Pensamentos do Dalai Lima, por Jorge Lima

Semibreves



Como conquistar e perder uma mulher em apenas três segundos:
«Estás tão bonita que nem pareces tu!»



Uma stripper deve usar roupas que lhe caiam bem.



Neste País, uma greve de fome dura até o grevista ter fome.


dos Pensamentos do Dalai Lima, de Jorge Lima

segunda-feira, novembro 13, 2006

Breves...



A relação entre Presidentes de Câmara e empreiteiros é muito... edificante!


Médico disléxico para a enfermeira: «Quer vir para a maca comigo?»


Era um poeta tão mau que não escrevia estrofes... só catastrofes




dos Pensamentos do Dalai Lima de Jorge Lima

sábado, novembro 11, 2006

Santarém

O congresso do PS em Santarém tem, pelo menos, a virtude de ser o Congresso da Verdade, na medida em que este se assume agora verdadeiramente, e sem preconceitos, como um partido de Direita.
E isto não é coisa de menor importância se se tiver em conta que, falar verdade, não é prática habitual neste novo PS Moderno.
(É evidente que ainda faltam 2 anos para as próximas legislativas, prazo que dá alguma margem de manobra para se cometerem estas extravagâncias).
Claro que este Compromisso para o século XXI, ou melhor, este Casamento com a direita não se concretizou aqui em Santarém. Aqui foi só a Cerimónia... o simbólico. O Casamento Civil, propriamente dito, ocorreu há mais tempo com a derrota presidencial que Sócrates conseguiu infligir a Soares. Aí, sim, enterrou-se definitivamente o PS, a sua História e o seu Património.
Em Santarém foram os Símbolos: o Punho, a Rosa, o Vermelho (o cravo já tinha ido no 25 de Abril).
E em Santarém porque foi a melhor forma que Sócrates encontrou para entregar simbolicamente à origem (a Santarém e a Salgueiro Maia) o Património que restava e que o PS ainda guardava relativo ao 25 de Abril.
Em Santarém, este novo PS Moderno quis mostrar às grandes forças económicas que dirigem os nossos destinos, que cortava com o seu passado... com a vertente Humanista. Enfim, que aceitava as novas regras do jogo.
É obviamente uma opção estratégica. Uma opção que lhe garantirá, como tem acontecido, o apoio generalizado dos accionistas da Comunicação Social, (o que, convenhamos, não é coisa de pouca monta). Com isso assegura mais uns tempos de Poder Tranquilo à frente do País.
O País também ganha qualquer coisa porque é sempre positivo quando, em política, se fala verdade.
Mas estou em crer que perde mais do que ganha. Esta "triplicação" de partidos à Direita (que se atropelam à procura de clientes tipo concorrência entre hipermercados) sem garantir uma efectiva representatividade ao nível do Centro-Esquerda cria um preocupante Défice na Democracia. E, para falar francamente, preocupa-me mais este Défice da Representatividade do que o Défice da Comunidade.

domingo, novembro 05, 2006

homem PEQUENO!


Alguns meses após condicionar a atribuição de subsídios à obrigatoriedade de as entidades financiadas se absterem de criticar o município, o líder da maioria PSD/CDS-PP decidiu acabar com os subsídios...

in Público, 5 de Novembro de 2006



Eis o que acontece quando um pequeno troglodita mal formado e vingativo acede ao poder.

Olho por olho...


... criminoso por criminosos...
(Parbéns senhor Bush, o seu tribunal não o deixou ficar mal)

Eis o novo Iraque "civilizado".
Descubra as diferenças!

sábado, novembro 04, 2006

Marimbar



De facto, nada justifica (nem a falta de tempo) este «Marimbar» para o meu espaço virtual. Vamos lá ser mais responsável!
E por falar em «Marimbar»... eis o «Marimbador-mor»!

terça-feira, outubro 17, 2006

EDP

A electricidade vai aumentar quase 16%. Isto vem na sequência da abertura do sector à iniciativa privada estratégia que, dizia-se, iria estimular a concorrência com óbvios benefícios para o consumidor.
(Mais ou menos o que aconteceu com a liberalização dos combustíveis).
O que se passa é que a partir de agora os preços devem começar a reflectir os custos de produção, os “custos políticos” (seja lá o que isso signifique) e os custos com as energias renováveis.
Uma coisa ficámos a saber: a EDP andou este tempo todo a vender o seu produto abaixo do preço de produção. Ou seja, andou supostamente a ter prejuízo. O que eu não consigo compreender é como é que mesmo assim ainda conseguiu quadruplicar os lucros em 2005 face a 2004!
Há coisas fantásticas não há?

segunda-feira, outubro 16, 2006

Contradições

Defende, o Ministério da Educação, que deve existir diferenciação na carreira docente de modo a que só os melhores professores cheguem ao topo. No entanto, a actual proposta de ECD vai precisamente em sentido contrário. Ao introduzirem quotas de acesso à categoria de “Professor Titular” significa que, tal como as coisas estão, um professor «Excelente» acaba por estacionar em determinada categoria juntamente com o professor «Bom» e até mesmo com o «Regular». Com esta proposta, uma coisa os professores têm como certa: tanto faz saltar como correr (que é como quem diz, tanto faz ser um bom profissional como não) que o resultado final será sempre o mesmo.
Na verdade é intrinsecamente contraditório defender-se, por um lado uma avaliação baseada no mérito e, simultaneamente, quotas limitadoras da progressão.

Assim como não é correcto estabelecerem-se, como se tem defendido ultimamente, comparações com outras profissões.
...que os Juízes também não chegam todos ao topo. Nem os Médicos... nem os Militares.
Bom, os Juízes têm casa paga onde quer que sejam colocados. Os professores, não.
Os médicos podem, em regra, fazer acumulações no sistema privado e só excepcionalmente é que optam pela exclusividade (recebendo as respectivas contrapartidas). Os professores estão em regra impedidos de acumular actividades privadas e apenas muito excepcionalmente podem fazer um pequeno complemento por fora.
Os militares têm uma messe... têm outras regalias. Os professores, não!
Ainda assim, a questão não está nas condições profissionais de cada uma destas categorias e as respectivas regalias a que, merecidamente ou não, têm direito. A questão é que não se podem comparar coisas que não são comparáveis. Não se podem comparar Professores a Juízes... nem a Médicos... nem a Militares. Não é honesto. E o senhor Primeiro-Ministro sabe isso. Lamentavelmente a honestidade política não parece fazer parte das suas preocupações.

Nota: esta semana espero ter mais tempo para o Blog. É que até ver, estou de greve!

domingo, outubro 15, 2006

O Presidente que não quer causar problemas

Dois dias na inclusão na área metropolitana de Lisboa em que Cavaco Silva mostrou ‘os bons exemplos’ da solidariedade social, explicando que esse é o papel de quem assume não ter vocação para ser força de bloqueio.
Expresso, 14/10/2006

Esta semana de “Presidência Aberta” de Cavaco serviu para mostrar assumidamente o lado mais positivo de Portugal, no caso, da Área Metropolitana de Lisboa. Negou-se propositadamente a possibilidade de se falar dos aspectos eventualmente negativos. Nada de ser uma força de bloqueio numa clara alusão às Presidências Abertas de Mário Soares.
No entanto, tenho para mim que querer unicamente passar a mensagem de um Portugal Positivo é moral e politicamente tão censurável como fazer crer que há só um Portugal Negativo.
Se Cavaco quisesse ser um Presidente politicamente honesto optava por uma de duas hipóteses: ou se deixava ficar quieto no conforto do Palácio de Belém ou, a sair, mostrava o Portugal Real. Não apenas uma vertente de Portugal. Não apenas o Portugal optimista naquilo que até parecia ser uma estratégia concertada com Manuel Pinho e o seu fim de crise .
Bom, mas o que realmente acho mais fascinante é esta sintonia Cavaco–Sócrates com o Presidente verdadeiramente ao serviço do Primeiro-Ministro. Só não digo que parecia o ministro da propaganda porque ele não é ministro... é Presidente.

(Agora, verdade seja dita: nisto Sócrates acertou! É que dificilmente Soares ou Alegre se prestariam a fazer este papel).

sexta-feira, outubro 13, 2006

A dança das cadeiras


Parece que o PS – Coimbra está a ferro e fogo porque alguém resolveu mudar (outra vez em três meses) o Director-Regional de Educação do Centro sem consultar o partido.
Mas sim, consultou! grita Vítor Batista,
Não consultou nada... berra Luís Vilar
Consultou!
Não consultou!

Andam nisto.
E é triste, quer-me parecer.
É triste porque o partido, tem tido mais do que motivos para vir à rua bradar aos céus.
É que, de uma forma geral – e com pequenas excepções que apenas confirmam a regra – toda a política da senhora ministra tem sido uma ofensa à ideologia, aos princípios e valores socialistas.
Um exemplo, é todo este processo que está em curso de «elitização» do ensino estabelecendo escolas especiais para os mais favorecidos ao mesmo tempo que se trata de massificar (niveladas por baixo) as restantes para povo.
Pois bem, perante isto temos o PS... mudo.
Agora quando a coisa cheira a tacho... à dança das cadeiras... aí, ai que d’El Rei que a coisa fia fino.

É triste, repito. Cada vez mais fico sem saber se estou a olhar para o PS se para o PSD.


PS: Roubei a (magnífica) imagem ao meu amigo raindog sem lhe pedir autorização... espero que me perdoe!