terça-feira, abril 25, 2006

Mural da História


Escola Básica 2, 3 de Taveiro - Coimbra (trabalho do núcleo de Estágio de História - 2003)

E Depois do Adeus...


segunda-feira, abril 24, 2006

sexta-feira, abril 21, 2006

quarta-feira, abril 19, 2006

Comissão Para... Lamentar


O grupo parlamentar do PS inviabilizou hoje a presença de Santos Cabral no Parlamento.

Com isto, PS não se limita só a copiar a direita portuguesa, nomeadamente o PSD, nos aspectos substantivos – que é como quem diz, nas suas políticas. O PS acaba por demonstrar igualmente uma verdadeira adoração pelos seus métodos adjectivos... formais.
Lamenta-se!
Com isto, não é apenas o PS que sai diminuído... é, necessariamente a democracia portuguesa que fica mais pobre.

Nota: já agora, de que é que o PS tem medo?

terça-feira, abril 18, 2006

Presto: tira nódoas

A Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL) “recambiou” hoje para as suas escolas de origem um conjunto de professores a quem tinha sido anteriormente autorizado o destacamento.
Da globalidade do processo percebe-se que a DREL, ao autorizar inicialmente os destacamentos de forma ilegal, começou por prejudicar os docentes que eventualmente teriam direito a esse lugar e que ficaram sem ele. Prejudicou igualmente os docentes destacados que criaram legitimamente expectativas e que, de um momento para o outro, as viram goradas.
Percebe-se, finalmente, que a DREL não se move por qualquer motivo pedagógico já que esta decisão, aparentemente, não contemplou qualquer preocupação com os alunos... preocupação em assegurar a continuidade do trabalho desenvolvido.
Em suma: esta gente não é apenas incomptente!
Esta gente não é apenas insensível e desumana!
Esta gente não
presta... esta gente é uma nódoa!

domingo, abril 16, 2006

Conselho de Boliqueime


Pois bem... aproveitei o “fim-de-semana prolongado” para dar um saltinho ali para os lados de Boliqueime. Achei que estava na altura de dar uma palavrinha a certo e determinado sujeito antes de ele começar para aí a fazer disparates! Ouviu o que quis e o que não quis... é caso para dizer que ficou sem palavras! (como, aliás, é visível na fotografia)



(Quero dizer: não sei se ouviu alguma coisa, agora que eu fiquei muito mais aliviado... ai isso fiquei!)

Ah, pois, já me esquecia... estou de volta... acho eu.

sábado, abril 01, 2006

Faço uma pausa com...



Depois de um período de pausa, decidi que chegou a altura de fazer...

... uma pausa!

sábado, março 25, 2006

O Bom Filho...

As jornadas parlamentares do PS decorreram este fim-de-semana em Viseu.

Nada melhor do que o Cavaquistão para que Sócrates e as suas políticas se sintam em casa.

quinta-feira, março 23, 2006

E o Natal?

A Assembleia Legislativa da Madeira não deverá cumprir este ano a sessão comemorativa do 25 de Abril de 1974, por proposta do grupo parlamentar do PSD, que a considera "inoportuna".
«Este grupo parlamentar entende não ser oportuno comemorar o dia da aprovação da primeira Constituição da República [2 de Abril] após o 25 de Abril de 1974", nem a data da revolução, [porque] no nosso entendimento, diariamente estamos a comemorar Abril e a autonomia!»
In Público, 22/03/06

Considerando que o Natal deve ser todos os dias, presume-se que a partir de agora deixe de ser feriado a 25 de Dezembro na Madeira!

Aguarda-se a reacção do PSD continental, em especial de Marques Mendes. Tem aqui uma excelente oportunidade para fazer a diferença.

quarta-feira, março 22, 2006

O óbvio

"Um espesso nevoeiro ameaça cobrir o 'Portugal inteiro' de Cavaco Silva, muito mais depressa do que seria previsível e do que desejaria o novo Presidente"
Vicente Jorge Silva, "Diário de Notícias", 22-03-2006


Sim, e então?... É claro! Afinal o homem não é o novo D. Sebastião? Aquele que vem salvar o país? E pode lá haver D. Sebastião sem nevoeiro?!

terça-feira, março 21, 2006

Que Raio!


Eram 14 horas e 14 minutos.
Bastou apenas um!
Ontem, um simples e isolado relâmpago, foi o suficiente para me “apagar” o computador.
Mas hoje estou de volta.
O conserto não foi caro... 20 euros!
Felizmente tenho seguro – sou de opinião que é sempre importante ter seguro para estas ocasiões!
O problema é que para accionar a companhia de seguros tinha de pagar 40 euros.
Então decidi: em vez de esperar pela autorização da dita companhia, mandei avançar com o arranjo à minha conta. Paguei e... (bem feito!) não os informei (à companhia, é claro).
Conclusão: tenho uma fonte de alimentação nova, muito mais silenciosa e... ainda por cima... ganhei 20 euros*!


*20 euros de conserto
40 euros para accionar a companhia
Diferença: 20 euros!
(que raio de conta...só para fazer de conta)

domingo, março 19, 2006

78 rpm


Ai...
... o que eu lamento que o tempo não me dê tempo para passar mais tempo com o meu rebento...
... qualquer passatempo que eu tente passar, passa o tempo sem que o passatempo possa ter tempo de começar.

Ai o que eu tento... se tento! Passar mais tempo sentado a brincar...
... mas não, por muito que tente nem chego a ter tempo sequer para tentar.

Talvez um dia...(sou tentado a acreditar) que:
“...se tento... se tento”
... Bom, talvez aos setenta se tenha tempo para parar!

Mas não, o tempo não pára... e o rebento rabugento, continuando rabugento, deixa enfim de ser rebento.

Rebento contigo, tempo?



(hoje deu-me para pensar nisto! Será que tem alguma coisa a ver com a bebida espirituosa que nos serviram a noite passada?
Não volto àquele restaurante.)

quarta-feira, março 15, 2006

Inspirador


O contacto com a natureza foi algo que sempre me fascinou... o vento, os cheiros, as paisagens... enfim, sinto que é algo que nos faz sentir mais humanos.
Por isso, influenciado pelo amigo Raindog, investi recentemente num veículo de tracção animal que me permite, não só, corrigir algumas imprecisões físicas que começam a surgir cada vez com maior protuberância ao nível da barriga como, simultaneamente, pôr em dia a minha relação com a Mãe Natureza. Isto é, comprei uma «bicla»... em promoção no Jumbo mas ainda assim, mais ou menos completa.
Hoje depois de algum trabalho mental e psicológico, lá me atirei de cabeça à aventura.
Como, quem não tem cão caça com gato, (que é como quem diz, quem não tem natureza passeia na cidade) lá “desenhei” eu mentalmente um percurso pouco agressivo onde pudesse sentir algum verde a passar por mim... árvores ou simples cavacos a emanarem a sua brisa suave e apaziguadora... onde pudesse sentir o aroma da terra... ou inspirar o odor das acácias floridas (mimosas, se se quiser)... ou seja, momentos inspiradores!
Assim, à falta de ciclovias pode dizer-se que me fiz à estrada... literalmente!
Ainda não tinha completado dez rotações aos pedais quando percebi que a coabitação entre bicicletas e automóveis na mesma via pública assenta num equilíbrio muito mais instável do que a outra... aquela que é tema recorrente na comunicação social. Rapidamente percebi que tal coabitação tinha de se fazer ao nível do passeio entre a «bicla» e os peões (afinal nestas coisas do trânsito convém estarmos sempre em posição de superioridade... não vá o diabo tecê-las)!
Depois vieram, de facto, os odores. Autêntico diamante, diria eu. Pelo menos a julgar pela quantidade de carbono à solta... não sei se monóxido ... se dióxido... sei que se resumia a uma polifonia de cheiros oriundos das profundezas intestinais dos veículos que, por qualquer desígnio não apreensível à compreensão humana, conseguiram sair dos centros de inspecção.
Por outro lado, as ditas acácias, afinal não passavam de um pequeno esboço fedorento ali colocado por engano.

A tudo isto há a acrescentar a subida estrategicamente guardada para o final. Aí sim... deu para a inspirar um pouco de tudo. A pessoa inspira o fumo... inspira os cheiros... inspira o suor... enfim...
Inspira a dor!

(Mãe Natureza?... aqui na cidade é mais Filha da Mãe!)

terça-feira, março 14, 2006

Estranhas normalidades


Alcides é o padeiro aqui do bairro. Ainda me lembro quando abriu a primeira padaria, há já alguns anos.
Um dia disse que os clientes tinham de começar a pagar cerca de 5 euros por trimestre para despesas de manutenção do forno. Estranhei, mas ele argumentou que as outras padarias também faziam isso.

Também não gostei quando introduziu uma taxa de atendimento ao balcão. Mas aí, ainda compreendi... como havia pão já ensacado, não havia necessidade de incomodar o empregado. O problema era quando os produtos que queríamos só estavam disponíveis ao balcão... tínhamos de pagar a bendita taxa.
Um dia, passou-me uma declaração – uma simples folha em papel A4 em modelo previamente impresso – a dizer que eu comprava ali o pão habitualmente. Qual não é o meu espanto quando o Alcides me apresenta uma conta de 75 euros pela folha. Ainda por cima ameaçou-me que se não pagasse, fazia queixa à Padaria de Portugal que, por sua vez, emitiria uma inibição geral de venda de pão à minha pessoa.
É evidente que mudei de padaria. Só que ele disse que para deixar de ser cliente tinha de pagar uma taxa!!! Paguei mas saí. E ainda é bem. Fiquei muito melhor servido na nova padaria. Ali, não havia taxa nenhuma nem coisas do género. Nem tão pouco se enganavam – contra mim, é claro – com a periodicidade com que o Alcides se enganava.
Hoje o Alcides cresceu. Comprou quase 40% das padarias aqui da cidade. Não me deixa alternativas se não, voltar a ser seu cliente.



Ridícula?
Sim, a história só é ridícula porque se trata de uma simples padaria e o homem chama-se Alcides. Se em vez de Padaria se tratasse de um Banco e, em vez de Alcides se chamasse Paulo Teixeira Pinto já toda a gente achava normal.

Nota Final – Com esta coisa da OPA toda a gente tem de ouvir toda a gente: Autoridade para a Concorrência, Banco de Portugal, Comissão de Trabalhadores do BPI...
...e os clientes? Ninguém precisa de ouvir os clientes?


Peço desculpa pelo desabafo mas estou inconformado. Agora vou trabalhar... e quanto a esses grandes senhores, digo mesmo mais: vão todos p’ro trabalho!!!!

segunda-feira, março 13, 2006

Está a correr mal!

O BCP quer comprar o BPI.
Seria uma operação normal, não fosse o caso de o meu empréstimo de habitação estar no BPI.
Acontece que conheço muito bem a forma de trabalhar do BCP.
Nada de extraordinário. É apenas tudo o que de pior se pode imaginar mas que não se pode dizer para não se correr o risco de levar com eles em cima!

Agora digam... será que há alguma coisa que os milhares de clientes do BPI possam fazer para evitarem que esta “tralha” entre nas nossas vidas?
Ou resta-nos apenas ficar quietos a contemplar as “maravilhas” do sistema neo-liberal a funcionar na sua plenitude de forma selvagem tão ao gosto da nosso novo Presidente?